Quero consumir-te como quem
Respira.
Eu quero perseguir-te
Como quem alimenta uma mentira.
Sem mentir...
Queres seguir-me?
É que quero comer-te o coração
E espremer-lhe o sumo da Paixão.
Quero respirar o ar vindo da tua boca,
Mostrar-te o sentido da minha alma barroca
E espírito fora de época.
Quero sentir a tua razão
A perder-se na nossa respiração.
Consegues imaginar?
Salva-te de mim enquanto puderes,
Porque eu vou acabar contigo.
No dia que me provares e mais quiseres,
Posso não voltar ao teu abrigo.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015
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