Sei o que é ser seguida pelo Universo.
Sei o que é ser olhada pelo mundo
Quando passo, do mais poderoso ao vagabundo.
Sei o que é ter aos pés frutos verdes e maduros.
E como sei o que é ter toda a atenção,
Fartei-me de ter Sim e esqueci-me do que é um Não...
Como tal, não quero o teu "Já"!
Nem o teu "Quero", eu quero um "Não!",
Não quero o teu "Sim" sem Senão...
Prevejo prazer no teu "Não"...
Porque o teu desprezo à pouco deu-me tanta,
Mas tanta...
Dá-me gozo o teu desprezo e falta de atenção.
De pessoas vulgares, coisas fáceis e previsíveis,
Está a minha vida farta, tenho essa sensação...
Faz a diferença e dá-me desafios difíceis.
É assim que te desafio neste jogo...
Tenso, intenso, cheio de tesão.
Joga comigo. Vamos jogar!
Vamos construir as regras e a exceção.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Sagital
É uma questão de tempo,
Enquanto não é o tempo de a tempo
Nos engolirmos no vento
Que brota da nossa Força,
Por querer ir mais além e deixar mossa,
Por desejar brutamente
A alma da carcaça
Que trazemos de graça
E a côdea comermos!
Enquanto não é o tempo de a tempo
Nos engolirmos no vento
Que brota da nossa Força,
Por querer ir mais além e deixar mossa,
Por desejar brutamente
A alma da carcaça
Que trazemos de graça
E a côdea comermos!
Labirinto de sombras
Por engano,
Tocas-me.
Neste labirinto em que nos conhecemos,Tocas-me.
Somos paredes de sonhos e sensações.
Levo-te para o outro lado
Na dimensão seguinte e
Troco o sono por ti.
E eu toco-te...
E tu tocas-me com perfume
E guardas-me naquele que trago
E que te irás lembrar...
Somos sombras neste labirinto e
Embriagas-me com os teus contos...
Bebo do teu raciocínio
As histórias que são meios e fins,
São inícios que me prendem a ti.
São essas palavras que me levam a sentir-te...
«Palavras, leva-as o vento»...
E Sou Palavra que levas, se quiseres,
Porque deixo-me ir ao alento
Do que desenhares e fizeres
Por valer a pena o sentimento.
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