O teu Sal tempera a minha vida
E é tão cristalino que me ilumina.
Esse Sal que tens, tu não o contens
Só para quem te saboreia a pele macia
Tu temperas o alheio e salgas esta magia.
E o teu Sal é tão fino que se entranha
E não percebo que as minhas lágrimas
Salgadas, são agora ainda mais afirmadas,
Porque primeiro duvidei, como quem estranha.
Se eu pudesse tirar-te de mim, da pele
Que queimaste com o teu Sal,
Como quem tira a sujidade e se lava do mal,
Eu demolhava-me dias seguidos...
Mas o Sal num bom prato só apura
E é mentira se dizem que cura!
Quando fores ver o mar que te inspira
Lembra-te que um dia te quis esperar,
No areal e não nesta terrível ira,
De Quem Te Quer
Da mente apagar.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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quarta-feira, 16 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
Os olhos familiares
O que me é familiar em ti, sem explicação, é a doçura dos teus olhos castanhos nem claros nem escuros, de um significado intenso e profundo.
Ligação invisível
A minha boca não se cala. Mas eu sou honesta com os meus sentimentos. Não minto quando não sinto. E se não sinto é porque não tenho que sentir. Se sinto eu também não minto, pelo menos para mim não consigo.
Não faço por me afastar de ti, mas percebo que nada me consegue afastar. Pelo menos até agora nada houve que me fizesse ficar aborrecida e sentida contigo por tempo longamente perdido... Foi sempre indefinido, mas pouco foi decorrido.
É para aprendermos que nos desentendemos?
São as nossas diferenças e coisas que cada uma acha que é menos bom no outro que se pretende que melhoremos um com o outro?
É esta a ligação invisível que nos fará progredir nesta aprendizagem?
É que fico sem voz quando quero continuar a gritar.
Fico sem armas quando o meu ego te quer magoar.
Algo me retira a ira quando te quero esquecer e apagar.
Algo me preenche de amor quando uso o negro para te pintar.
Sinto o paladar doce do teu sabor amargo...
Vejo o que vive nas profundezas do teu lago...
E para mim és sempre intenso e cheio de luz forte.
Não nos deixam afastar.
Quem?
Quem nos cruzou?
Quem nos impede de partir?
O que insiste em nos ligar?
Quem és tu?
Quem fomos nós?
Não faço por me afastar de ti, mas percebo que nada me consegue afastar. Pelo menos até agora nada houve que me fizesse ficar aborrecida e sentida contigo por tempo longamente perdido... Foi sempre indefinido, mas pouco foi decorrido.
É para aprendermos que nos desentendemos?
São as nossas diferenças e coisas que cada uma acha que é menos bom no outro que se pretende que melhoremos um com o outro?
É esta a ligação invisível que nos fará progredir nesta aprendizagem?
É que fico sem voz quando quero continuar a gritar.
Fico sem armas quando o meu ego te quer magoar.
Algo me retira a ira quando te quero esquecer e apagar.
Algo me preenche de amor quando uso o negro para te pintar.
Sinto o paladar doce do teu sabor amargo...
Vejo o que vive nas profundezas do teu lago...
E para mim és sempre intenso e cheio de luz forte.
Não nos deixam afastar.
Quem?
Quem nos cruzou?
Quem nos impede de partir?
O que insiste em nos ligar?
Quem és tu?
Quem fomos nós?
sábado, 5 de março de 2016
Immortal Metamorphose
Interrompeste a metamorfose.
Não há dois como nós. Não há ninguém como eu e não há ninguém como tu.
A força conjunta ainda não a conhecemos. Nós achámo-nos para nos acharmos.
A nossa metamorfose é imortal.
Se não for nesta vida, será noutra.
Não existem coincidências. Só no dicionário humano.
Não há dois como nós. Não há ninguém como eu e não há ninguém como tu.
A força conjunta ainda não a conhecemos. Nós achámo-nos para nos acharmos.
A nossa metamorfose é imortal.
Se não for nesta vida, será noutra.
Não existem coincidências. Só no dicionário humano.
Metamorphosis
Perguntou-lhe o que a fazia suspirar.
Ela respondeu com um suspiro:
- Emoções Fortes. Intensidade.
Ele compreendeu-a.
Ele é feito da mesma matéria estelar que os fez.
sexta-feira, 4 de março de 2016
Eles querem tudo
Eles...
Querem a nossa emoção,
A nossa liberdade,Querem a nossa emoção,
Um pedaço do que vivemos,
Do que temos,
Uma satisfação.
Querem viver o que trazemos.
Eles olham-nos
Porque a nossa liberdade
Os aprisiona.
Eles querem tudo.
E nós damos-lhes nada
Porque nada temos
Para lhes dar.
terça-feira, 1 de março de 2016
Agora
Agora que captei a tua atenção,
Pensas que sempre estive ao teu alcançe?
Acreditaste que queria estar face a face?
Eu não te quis a ti...
Somente.
Quis a aventura e o desafio.
Quis o segredo e a mistura,
Horas nossas a fio...
Separadas, não continuas...
Houve um momento que
Eu estava quente
E poderias ser presa fervente
Da minha chama ardente.
E poderia lambuzar-me na tua frente.
Eu agora já não quero o que já tenho.
Se já tenho, já não quero, agora.
Eu luto pela luta de ter.
Apaixona-me a dificuldade.
O que tens para me dar
Mesmo não sabendo o que é,
Já não me atrai.
Procuro sedução...
Entusiasma-me a estratégia.
Velocidade. Ação.
Deste-me o que mais pedi:
Luta.
Gozo agora a Glória.
Mas após a vitória...
Eu nem gosto de comida fria.
Pensas que sempre estive ao teu alcançe?
Acreditaste que queria estar face a face?
Eu não te quis a ti...
Somente.
Quis a aventura e o desafio.
Quis o segredo e a mistura,
Horas nossas a fio...
Separadas, não continuas...
Houve um momento que
Eu estava quente
E poderias ser presa fervente
Da minha chama ardente.
E poderia lambuzar-me na tua frente.
Eu agora já não quero o que já tenho.
Se já tenho, já não quero, agora.
Eu luto pela luta de ter.
Apaixona-me a dificuldade.
O que tens para me dar
Mesmo não sabendo o que é,
Já não me atrai.
Procuro sedução...
Entusiasma-me a estratégia.
Velocidade. Ação.
Deste-me o que mais pedi:
Luta.
Gozo agora a Glória.
Mas após a vitória...
Eu nem gosto de comida fria.
Momentos de mim
Há momentos de mim
Que ninguém ousou saber.
Há momentos de mim
Que não mostrei para ninguém ver.
Há momentos meus que não queiras conhecer,
São excertos sombrios do meu anoitecer...
Há momentos de mim que
São as trevas do meu avesso,
Linhas que me definem
Mas que quase não conheço.
É o meu buraco negro
Em tentativa de sucesso
Para sugar o que brilha
No meu espectro intenso.
Que ninguém ousou saber.
Há momentos de mim
Que não mostrei para ninguém ver.
Há momentos meus que não queiras conhecer,
São excertos sombrios do meu anoitecer...
Há momentos de mim que
São as trevas do meu avesso,
Linhas que me definem
Mas que quase não conheço.
É o meu buraco negro
Em tentativa de sucesso
Para sugar o que brilha
No meu espectro intenso.
My lollipop
Life doesn't give you more than you can handle.
Há dois tipos de pessoas no mundo:
Quem atua e quem assiste.
Danço no meu palco,
Solto o meu corpo solto
E danço na musica que me seduz...
Eu olho-te nos olhos da alma
Como quem bate... Truz-truz!
Que comece o Show!
Quando me retribuis a atenção
Nem sabes, mas abres-me a tua porta!
Desconheces que eu lidero este jogo
E nem imaginas que vai haver tanta ação!
Sou a performance completa
Da mais ambiciosa imaginação.
Tens-me na mão...
Parece.
Mas eu sou vento e esvoacei-te!
Luzes! Médias...
Ação! Em slow motion...
Sinto o coração a bombear-me adrenalina nas veias,
Esta droga com que me drogo de mim mesma...
Estás pronto para sentir o mesmo?
Há dois tipos de pessoas no meu mundo:
As que me aguentam e as que tem medo e fogem.
Há quem me tire o ar... E tu consegues.
Quase todos querem, mas só alguns podem.
A vida não te coloca nas mãos
Nada que não consigas pegar e aguentar.
A vida é um palco e estou pronta para começar...
Podemos atuar no chão, na parede, na mesa
Ou mesmo no ar... Eu sei exemplificar.
Sou viciante para quem me vicia.
E sou tóxica quando o teu vício
Já não me chega para me viciar.
Quero explorar de ti o mais sábio
Para saber se me consegues saciar.
É o intelecto que me abre o apetite
E não me alimentam embalagens lindas
De ar.
Mas vamos tentar...
Há dois tipos de pessoas no mundo:
Quem atua e quem assiste.
Danço no meu palco,
Solto o meu corpo solto
E danço na musica que me seduz...
Eu olho-te nos olhos da alma
Como quem bate... Truz-truz!
Que comece o Show!
Quando me retribuis a atenção
Nem sabes, mas abres-me a tua porta!
Desconheces que eu lidero este jogo
E nem imaginas que vai haver tanta ação!
Sou a performance completa
Da mais ambiciosa imaginação.
Tens-me na mão...
Parece.
Mas eu sou vento e esvoacei-te!
Luzes! Médias...
Ação! Em slow motion...
Sinto o coração a bombear-me adrenalina nas veias,
Esta droga com que me drogo de mim mesma...
Estás pronto para sentir o mesmo?
Há dois tipos de pessoas no meu mundo:
As que me aguentam e as que tem medo e fogem.
Há quem me tire o ar... E tu consegues.
Quase todos querem, mas só alguns podem.
A vida não te coloca nas mãos
Nada que não consigas pegar e aguentar.
A vida é um palco e estou pronta para começar...
Podemos atuar no chão, na parede, na mesa
Ou mesmo no ar... Eu sei exemplificar.
Sou viciante para quem me vicia.
E sou tóxica quando o teu vício
Já não me chega para me viciar.
Quero explorar de ti o mais sábio
Para saber se me consegues saciar.
É o intelecto que me abre o apetite
E não me alimentam embalagens lindas
De ar.
Mas vamos tentar...
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