Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Vontade Recíproca
Onde tudo é intenso e sensual,
Encontro-nos a trocar músicas
E histórias de um mundo divinal.
Onde tudo é escuro e sedutor,
Encontro-nos a trocar olhares
E palavras de quase amor.
Onde tudo é pouco...
Encontro-nos a apalpar o ar oco,
A beijar as sombras com sufoco...
E a partilhar um desejo recíproco.
Afinidades
E de repente encontrei-te.
Os teus olhos, que ao início me perturbaram,
Tornaram-se agora cúmplices dos meus,
Porque quando nos olhamos estamos a praticar telepatia.
E eu sou uma criança quando estás junto a mim
E sinto que és da minha família.
Sinto que já te conheço há tanto tempo…
Há mais tempo do que aquele que consigo precisar
E do que tenho de vida.
A tua energia recarrega a minha,
Os teus olhos agora meigos abraçam-me.
Fica comigo por muito tempo.
Dois bons poetas merecem ser melhores amigos
E almas gémeas não se encontram todas as vidas.
Setembro, 2015
Sonha Contigo
Inspira-te
com os meus sonhos
E
sonha os teus todos os teus dias.
Deixa-te
colorir pelas minhas cores fortes
E pinta o quadro da tua vida!
Brilha fortemente por me veres brilhar,
E pinta o quadro da tua vida!
Brilha fortemente por me veres brilhar,
Espelha
em ti o teu melhor e reflete-te nele!
Aquece-te
com o meu fogo e queima-me…
Queima,
queima até ser fogo!
Onde
mora a tua luz? Onde?
Eu
vivo lá em cima na intensidade.
Queres
experimentar?
Segue
a minha vontade e respira-me…
Inspira-te
com o meu mundo
E
deixa-me cantar para ti.
Deixa-me
trazer-te a esta Euforia
Que
é a minha forma de vida!
Contagia-te
com a minha energia!
Eu
sonho tão
amarelo e verde…
Vem
sonhar contigo e traz o mar!
Apaixona-te
por ti.
Outubro, 2015
Despeço-me.
Despeço-me.
É estranho…
Despedir-me de alguém que nunca cumprimento.
Mas despeço-me. E sem ressentimento,
Porque não vejo culpa… Nem a minha.
Mas eu sinto-a… Porque há sentimentos...
Algo que nos meus pensamentos nos sublinha…
Existe algo que tentei ignorar.
Há reticências…
Um lume qualquer…
Que surge maior agora,
Que nem percebi a tempo, sequer.
Eu não controlo e vê-se por fora...
Não ignoro mais as evidências.
É estranho…
Despedir-me de alguém que nunca cumprimento.
Mas despeço-me. E sem ressentimento,
Porque não vejo culpa… Nem a minha.
Mas eu sinto-a… Porque há sentimentos...
Algo que nos meus pensamentos nos sublinha…
Existe algo que tentei ignorar.
Há reticências…
Um lume qualquer…
Que surge maior agora,
Que nem percebi a tempo, sequer.
Eu não controlo e vê-se por fora...
Não ignoro mais as evidências.
Desculpa o desconforto.
Para mim foi pior não perceber o porquê
De tanto conforto ao teu lado…
És o meu segredo privado.
Eu sou só a que não te sou nada…
Mas tu, és quem me deixa
Horas acordada.
Para mim foi pior não perceber o porquê
De tanto conforto ao teu lado…
És o meu segredo privado.
Eu sou só a que não te sou nada…
Mas tu, és quem me deixa
Horas acordada.
Adeus com o beijo que não te dou,
Com o abraço que não sabemos como é.
Volto quando não te sentir mais assim
Ou não volto mais…
Porque posso nunca mais voltar a mim.
Com o abraço que não sabemos como é.
Volto quando não te sentir mais assim
Ou não volto mais…
Porque posso nunca mais voltar a mim.
Dança...
Quero consumir-te como quem
Respira.
Eu quero perseguir-te
Como quem alimenta uma mentira.
Sem mentir...
Queres seguir-me?
É que quero comer-te o coração
E espremer-lhe o sumo da Paixão.
Quero respirar o ar vindo da tua boca,
Mostrar-te o sentido da minha alma barroca
E espírito fora de época.
Quero sentir a tua razão
A perder-se na nossa respiração.
Consegues imaginar?
Salva-te de mim enquanto puderes,
Porque eu vou acabar contigo.
No dia que me provares e mais quiseres,
Posso não voltar ao teu abrigo.
Respira.
Eu quero perseguir-te
Como quem alimenta uma mentira.
Sem mentir...
Queres seguir-me?
É que quero comer-te o coração
E espremer-lhe o sumo da Paixão.
Quero respirar o ar vindo da tua boca,
Mostrar-te o sentido da minha alma barroca
E espírito fora de época.
Quero sentir a tua razão
A perder-se na nossa respiração.
Consegues imaginar?
Salva-te de mim enquanto puderes,
Porque eu vou acabar contigo.
No dia que me provares e mais quiseres,
Posso não voltar ao teu abrigo.
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