O que tens de tão negro
Que não te deixa brilhar?
O que te falta de amor
Para te deixares assim enublar?
Porque vejo tanto em ti
Do que tu insistes em não mostrar?
Porque perdes energias a rasgar
O amor que te dou
Com criatividade obscura
Que só te leva ao tormento
E a me atormentar?
O que não resolveste
Ou escolhes cultivar,
Que te envenena
Nessas mentiras que inventas
Que só servem para nos magoar...?
Que tormento passaste
Que não te deixa ultrapassar?
Quanto de amor te falta a ti,
De Ti,
Para te amares?
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
Pesquisar aqui!
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Eu
Índice
-
►
2009
(30)
- ► março 2009 (1)
- ► junho 2009 (11)
- ► novembro 2009 (2)
-
►
2010
(22)
- ► janeiro 2010 (1)
- ► abril 2010 (1)
- ► junho 2010 (1)
- ► novembro 2010 (1)
-
►
2011
(5)
- ► junho 2011 (1)
- ► julho 2011 (1)
-
►
2013
(7)
- ► outubro 2013 (1)
- ► dezembro 2013 (1)
-
►
2014
(5)
- ► abril 2014 (1)
- ► agosto 2014 (1)
- ► outubro 2014 (1)
-
►
2015
(47)
- ► outubro 2015 (6)
- ► novembro 2015 (24)
-
▼
2016
(79)
- ► fevereiro 2016 (12)
- ▼ abril 2016 (2)
- ► junho 2016 (1)
- ► julho 2016 (1)
- ► agosto 2016 (17)
- ► setembro 2016 (8)
- ► outubro 2016 (9)
-
►
2017
(18)
- ► agosto 2017 (1)
-
►
2018
(2)
- ► setembro 2018 (1)
- ► novembro 2018 (1)
-
►
2020
(6)
- ► abril 2020 (1)
- ► agosto 2020 (1)
- ► setembro 2020 (1)
- ► outubro 2020 (1)
- ► novembro 2020 (1)
- ► dezembro 2020 (1)
-
►
2021
(9)
- ► abril 2021 (1)
- ► junho 2021 (1)
-
►
2022
(3)
- ► janeiro 2022 (1)
- ► agosto 2022 (1)
- ► novembro 2022 (1)
