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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Palavras Mudas



Brinco com palavras como se fossem cabelos meus entrelaçados em meus dedos...
Troco-lhes as voltas como se jogasse à apanhada com borboletas...
Pontuo como se jogasse às escondidas com elas e eu fosse invisível.
Invento palavras como se o meu cérebro disparasse originalidade em Parágrafo automático.
Danço para elas, tal como canto com elas, as minhas musas, palavras nuas de preconceito.

Os poemas da minha realidade


Pergunto-me...
Se terei que ir buscar-te sempre
Aos meus poemas...
Sempre que me lembrar e
Tiver curiosidade de saber como
Poderiamos rir juntos.

Perco-me em momentos
Em que
Penso sentimentos
Que
Não sinto
Senão
Em pensamentos
Lentos,
Repetidos,
Imensos,
Dolorosos,
Intensos,
Dormentes,
Viciantes,
À falta de melhor,
Na dura realidade...
Na tua falta de vontade...
E eu espero...
Espero que os meus sonhos
Não façam parte da minha normalidade
Para serem apenas sonhos mudos da minha verdade.


Eu

A minha foto
Planeta Terra, Portugal
Desfrutem-se...

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