Agora que captei a tua atenção,
Pensas que sempre estive ao teu alcançe?
Acreditaste que queria estar face a face?
Eu não te quis a ti...
Somente.
Quis a aventura e o desafio.
Quis o segredo e a mistura,
Horas nossas a fio...
Separadas, não continuas...
Houve um momento que
Eu estava quente
E poderias ser presa fervente
Da minha chama ardente.
E poderia lambuzar-me na tua frente.
Eu agora já não quero o que já tenho.
Se já tenho, já não quero, agora.
Eu luto pela luta de ter.
Apaixona-me a dificuldade.
O que tens para me dar
Mesmo não sabendo o que é,
Já não me atrai.
Procuro sedução...
Entusiasma-me a estratégia.
Velocidade. Ação.
Deste-me o que mais pedi:
Luta.
Gozo agora a Glória.
Mas após a vitória...
Eu nem gosto de comida fria.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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terça-feira, 1 de março de 2016
Momentos de mim
Há momentos de mim
Que ninguém ousou saber.
Há momentos de mim
Que não mostrei para ninguém ver.
Há momentos meus que não queiras conhecer,
São excertos sombrios do meu anoitecer...
Há momentos de mim que
São as trevas do meu avesso,
Linhas que me definem
Mas que quase não conheço.
É o meu buraco negro
Em tentativa de sucesso
Para sugar o que brilha
No meu espectro intenso.
Que ninguém ousou saber.
Há momentos de mim
Que não mostrei para ninguém ver.
Há momentos meus que não queiras conhecer,
São excertos sombrios do meu anoitecer...
Há momentos de mim que
São as trevas do meu avesso,
Linhas que me definem
Mas que quase não conheço.
É o meu buraco negro
Em tentativa de sucesso
Para sugar o que brilha
No meu espectro intenso.
My lollipop
Life doesn't give you more than you can handle.
Há dois tipos de pessoas no mundo:
Quem atua e quem assiste.
Danço no meu palco,
Solto o meu corpo solto
E danço na musica que me seduz...
Eu olho-te nos olhos da alma
Como quem bate... Truz-truz!
Que comece o Show!
Quando me retribuis a atenção
Nem sabes, mas abres-me a tua porta!
Desconheces que eu lidero este jogo
E nem imaginas que vai haver tanta ação!
Sou a performance completa
Da mais ambiciosa imaginação.
Tens-me na mão...
Parece.
Mas eu sou vento e esvoacei-te!
Luzes! Médias...
Ação! Em slow motion...
Sinto o coração a bombear-me adrenalina nas veias,
Esta droga com que me drogo de mim mesma...
Estás pronto para sentir o mesmo?
Há dois tipos de pessoas no meu mundo:
As que me aguentam e as que tem medo e fogem.
Há quem me tire o ar... E tu consegues.
Quase todos querem, mas só alguns podem.
A vida não te coloca nas mãos
Nada que não consigas pegar e aguentar.
A vida é um palco e estou pronta para começar...
Podemos atuar no chão, na parede, na mesa
Ou mesmo no ar... Eu sei exemplificar.
Sou viciante para quem me vicia.
E sou tóxica quando o teu vício
Já não me chega para me viciar.
Quero explorar de ti o mais sábio
Para saber se me consegues saciar.
É o intelecto que me abre o apetite
E não me alimentam embalagens lindas
De ar.
Mas vamos tentar...
Há dois tipos de pessoas no mundo:
Quem atua e quem assiste.
Danço no meu palco,
Solto o meu corpo solto
E danço na musica que me seduz...
Eu olho-te nos olhos da alma
Como quem bate... Truz-truz!
Que comece o Show!
Quando me retribuis a atenção
Nem sabes, mas abres-me a tua porta!
Desconheces que eu lidero este jogo
E nem imaginas que vai haver tanta ação!
Sou a performance completa
Da mais ambiciosa imaginação.
Tens-me na mão...
Parece.
Mas eu sou vento e esvoacei-te!
Luzes! Médias...
Ação! Em slow motion...
Sinto o coração a bombear-me adrenalina nas veias,
Esta droga com que me drogo de mim mesma...
Estás pronto para sentir o mesmo?
Há dois tipos de pessoas no meu mundo:
As que me aguentam e as que tem medo e fogem.
Há quem me tire o ar... E tu consegues.
Quase todos querem, mas só alguns podem.
A vida não te coloca nas mãos
Nada que não consigas pegar e aguentar.
A vida é um palco e estou pronta para começar...
Podemos atuar no chão, na parede, na mesa
Ou mesmo no ar... Eu sei exemplificar.
Sou viciante para quem me vicia.
E sou tóxica quando o teu vício
Já não me chega para me viciar.
Quero explorar de ti o mais sábio
Para saber se me consegues saciar.
É o intelecto que me abre o apetite
E não me alimentam embalagens lindas
De ar.
Mas vamos tentar...
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