Gosto de saber que me lês
Mesmo que tenha sido a três,
Mesmo com frases impostas
Sob uma certeza de ser para ti
Quando nenhuma das que leste
Eu na verdade por ti escrevi.
Escrevo pela necessidade de criar
Explorando quem quero imaginar.
Gozo a sensação de escrever
A realidade que imagino ver.
E se eu pintar cenários de rimas
Que me recordam o que senti,
Não são senão obras primas
Do que sem pedir explorei de ti.
E nem mesmo este poema
Tem palavras que dedico senão a mim...
E à arte que sou fiel, por fim.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Vamos Juntos
Não há quem me elucide mais do que tu.
Vamos juntos e vamos tocar o Sol.
Vamos juntos correr entre as ondas...
Caminhar ao de cima do Mar!
Vamos ser ferozes e agarrar a chuva!
Vamos manter-nos na caminhada, juntos.
Vamos criar a meta para ser os primeiros.
Nós até conseguimos tocar magma sem nos queimar!
Por isso vamos pôr as ruas desta cidade em fogo!
Vamos ensinar-nos o que cada um não sabe
E descobrir o melhor de nós!
Vencer.
Vamos juntos e vamos tocar o Sol.
Vamos juntos correr entre as ondas...
Caminhar ao de cima do Mar!
Vamos ser ferozes e agarrar a chuva!
Vamos manter-nos na caminhada, juntos.
Vamos criar a meta para ser os primeiros.
Nós até conseguimos tocar magma sem nos queimar!
Por isso vamos pôr as ruas desta cidade em fogo!
Vamos ensinar-nos o que cada um não sabe
E descobrir o melhor de nós!
Vencer.
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