Abraço-te com o meu pensamento.
És reserva minha, mas não me alimento.
Toda a força que uso para te abraçar provém da forte saudade que tenho de ti.
E eu abraço-te tanto em pensamento...
Criei laços fortes com cada nosso momento.
A noite é fria e o calor que tenho para te dar sente-se mais nela.
Fica mais evidente este quente que tenho,
Caloroso sentimento com que te envolvo e que também dele sentes saudade.
Faz-te falta o vulcão que sou.
Sinto fome da tua pele
E onde ficas eu estou.
A tua presença já foi paz...
Hoje é uma inquietude convalescente...
Só não parti por não ser capaz.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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terça-feira, 27 de setembro de 2016
domingo, 25 de setembro de 2016
A Experiência de te sentir.
Amoleceste-me, da guerra interior que trazia,
Da guerra travada e que já não queria.
Amoleceste-me o escudo,
De ferro, de força, de medo.
Mas o teu foco era para mim vago e mudo.
E agarraste-me na mão e baixaste-me a guarda.
Fomos acompanhados pela emoção
Que nos desdobrou em mil pedaços de nós mesmos.
Se fosses areia, da forma que passaste por mim,
Serias tal como foste
A tempestade que me deixou em carne viva.
Despiste-me mais que a roupa que uso...
E eu despi para ti a minha alma toda,
Expus-me como se não houvesse
Outro Homem capaz e digno de me ter.
Mais do que a minha pele, viste através...
Através do que me permiti, mas permiti-te!
E as emoções que têm temperatura...
Aqueceram-me todas as veias e tendões...
Preparaste-me desta forma tão calorosa,
Para depois usares a mesma intensidade de força,
Inversa:
As tuas palavras gélidas queimaram-me por dentro
De tanto gelo...
Foste um iceberg ponteagudo
A espetar-se no meu coração de lava.
Da guerra travada e que já não queria.
Amoleceste-me o escudo,
De ferro, de força, de medo.
Mas o teu foco era para mim vago e mudo.
E agarraste-me na mão e baixaste-me a guarda.
Fomos acompanhados pela emoção
Que nos desdobrou em mil pedaços de nós mesmos.
Se fosses areia, da forma que passaste por mim,
Serias tal como foste
A tempestade que me deixou em carne viva.
Despiste-me mais que a roupa que uso...
E eu despi para ti a minha alma toda,
Expus-me como se não houvesse
Outro Homem capaz e digno de me ter.
Mais do que a minha pele, viste através...
Através do que me permiti, mas permiti-te!
E as emoções que têm temperatura...
Aqueceram-me todas as veias e tendões...
Preparaste-me desta forma tão calorosa,
Para depois usares a mesma intensidade de força,
Inversa:
As tuas palavras gélidas queimaram-me por dentro
De tanto gelo...
Foste um iceberg ponteagudo
A espetar-se no meu coração de lava.
Paixão por Lição, Lição por Paixão
Deste-me ensinamentos...,
Em troca não premeditada
Nem acordada
De uma paixão que nos assolapa.
Não nos comprometemos
A não ser com o que não controlamos sentir.
A prova foi a troca que se dá com paixão
E carinho de tudo o que permitimos.
E eu precisei de ti
Porque há pormenores do meu EU a melhorar,
Que alguns já melhorei;
Tudo, com um paralelismo duro,
Com emoções que queimam.
Dou-te o melhor de mim,
Ao teu lado e em cima de ti
Porque nunca fiquei tão louca.
Elouqueces-me
E há devaneios que eu ainda não tinha sentido
Desta forma e intensidade.
Se usaste do teu tempo comigo
Foi porque o mereci e porque mereci o teu esforço.
Se mereço o teu esforço é porque te mereço.
Se te mereço, é porque O Quero.
E eu Quero-te.
Em troca não premeditada
Nem acordada
De uma paixão que nos assolapa.
Não nos comprometemos
A não ser com o que não controlamos sentir.
A prova foi a troca que se dá com paixão
E carinho de tudo o que permitimos.
E eu precisei de ti
Porque há pormenores do meu EU a melhorar,
Que alguns já melhorei;
Tudo, com um paralelismo duro,
Com emoções que queimam.
Dou-te o melhor de mim,
Ao teu lado e em cima de ti
Porque nunca fiquei tão louca.
Elouqueces-me
E há devaneios que eu ainda não tinha sentido
Desta forma e intensidade.
Se usaste do teu tempo comigo
Foi porque o mereci e porque mereci o teu esforço.
Se mereço o teu esforço é porque te mereço.
Se te mereço, é porque O Quero.
E eu Quero-te.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Vomitar o coração, é preciso.
Acordaste-me.
Abri os olhos...
Ludibriei-me.
Pisquei os olhos e mudaste.
Não só em mim.
Quando me deitei eras certeza de felicidade.
Sonhei sangue, suor e lágrimas.
Acordei e estava cheia de nada à minha volta.
Eras tu.
Tinhas deixado a tua ausência para meu contentamento.
As vezes que te senti não chegaram para lembrar-me
Se és mesmo bom.
Mas gosto de ti.
Gosto muito de ti.
Tanto que chorei a fazer amor contigo.
Disseste que me irías comer toda e de todas as formas.
Ainda aguardo.
Mas há uma coisa que comeste bem...
Mordeste, trincaste e cuspiste,
Comeste-me o coração.
E
Quis, comer-te a carne mais uma vês.
Roçar os lábios no teu coração.
Sem o morder.
Despeço-me e...
Quanto ao meu...
Esta noite vomitarei o meu coração.
domingo, 18 de setembro de 2016
Precisão
Nada teu foi ingénuo.
Cada traço, cada pedaço teu
Foi pensado para ser crédulo.
Nada teu foi trémulo.
Mas nada teu foi de génio.
Cada passo, cada esboço teu,
Foram resultados de uma análise
À pessoa em que viste oportunidade...
Eu.
Oportunidade natural e oferecida...
E caí no meu sentimento,
Nele embebida.
Tu não me prometeste nada!...
De facto...
Só prometeste aquilo que eu faço:
Não amar-me.
Prometeste-o a ti. Sem sequer pensar nisso.
E não me deste qualquer sentimento
A não ser o do momento e esse, é fácil.
De notas se fazem as partituras da vida.
De posições tomadas se fazem as decisões.
De batalhas escolhidas se fazem os mais fortes.
Cada traço, cada pedaço teu
Foi pensado para ser crédulo.
Nada teu foi trémulo.
Mas nada teu foi de génio.
Cada passo, cada esboço teu,
Foram resultados de uma análise
À pessoa em que viste oportunidade...
Eu.
Oportunidade natural e oferecida...
E caí no meu sentimento,
Nele embebida.
Tu não me prometeste nada!...
De facto...
Só prometeste aquilo que eu faço:
Não amar-me.
Prometeste-o a ti. Sem sequer pensar nisso.
E não me deste qualquer sentimento
A não ser o do momento e esse, é fácil.
De notas se fazem as partituras da vida.
De posições tomadas se fazem as decisões.
De batalhas escolhidas se fazem os mais fortes.
Longe
(Tentei verter algumas lágrimas na esperança de me livrar deste agonio que sinto.
A desilusão dá-me mau-estar. Estou mal disposta.
Não sei se a água gaseificada também não ajudaria... Mas como foi uma causa interna, procuro internamente a solução para o alívio; mais tarde para a resolução.
Ah...! Sofro de desapontamento.
Sinto-me triste. Até sinto alguma dor sentimental. Tem mistura de Ego ferido...)
Estou grata por todos os momentos de boa disposição que me deste.
Grata por todos os sorrisos, todas as gargalhadas.
Estou honestamente grata pelo tempo que ambos dedicámos um ao outro.
Mas, por isso e com respeito a mim...
Por favor não voltes a vir ter comigo.
Vens de tão longe para me beijar e fazer-me sentir tão bem... Que não o faças mais.
Não venhas trazer-me mais momentos de alegria e felicidade promissora.
Não me tragas histórias de ti que me ludibriam a ponto de não saber se estou fascinada ou apaixonada.
Não me entrelaces mais os dedos nos teus, dando-me esta estúpida esperança de ser feliz com alguém além de mim...
Não me venhas mais trazer o alento de um final feliz...! Ao ponto de eu acreditar que nos gostamos de igual forma.
Porque eu acho que me apaixonei por ti. E também acho que gosto mais de ti do que tu de mim.
Não mais provoques o brilho nos meus olhos, o que se espelha do meu coração, enorme.
A causa deste corte não és tu, sou eu. Tu és fantástico...
Eu é que voei alto demais. Corri rápido demais. Senti demais. Vivi-te o Ser para além do que pretendes de mim...
E eu não quero este desfasamento.
Não é isto que eu quero para mim.
Desculpa se não merecias alguém tão dado assim.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Euforia, alegria e paz
Eu hoje sei porque me apaixonei por ti.
É que tu acompanhas-me pela berma de um abismo
E seguras-me firmemente pela mão,
Para eu sentir a liberdade de escolher ter medo ou não.
E sem eu te pedir, admiro o perigo e a beleza...
Sinto a adrenalina da tua grandeza, sem cair.
Eu hoje sei porque estou caída de paixão...
É que tu és imenso e abraças-me sem tempo
E envolves-me no teu sentir intenso...
E lembras-me os momentos em que fui feliz
Ao sabor do vento...
És como o mar... De rebentação Imprevisível...
Não tens duas ondas iguais.
Não tens duas ideias iguais.
Não me dás duas emoções iguais.
Não me trazes momentos parecidos,
Nem todos os sentimentos que me dás serão demais.
E contigo experimento este estado eufórico
De quem não sabe onde cabe tanta alegria e tanta paz.
É que tu acompanhas-me pela berma de um abismo
E seguras-me firmemente pela mão,
Para eu sentir a liberdade de escolher ter medo ou não.
E sem eu te pedir, admiro o perigo e a beleza...
Sinto a adrenalina da tua grandeza, sem cair.
Eu hoje sei porque estou caída de paixão...
É que tu és imenso e abraças-me sem tempo
E envolves-me no teu sentir intenso...
E lembras-me os momentos em que fui feliz
Ao sabor do vento...
És como o mar... De rebentação Imprevisível...
Não tens duas ondas iguais.
Não tens duas ideias iguais.
Não me dás duas emoções iguais.
Não me trazes momentos parecidos,
Nem todos os sentimentos que me dás serão demais.
E contigo experimento este estado eufórico
De quem não sabe onde cabe tanta alegria e tanta paz.
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