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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

MEDO

Medo.
Medo do medo.
Porque sentimos medo de sentir medo?
É porque sabemos que sentir medo é desconfortável?
É porque sentir e encarar o medo é saír da nossa zona de conforto?
Talvez.
Sentir medo é similar a sair da zona de conforto.
Observar esse medo é dar uma chance a nós mesmos de o compreendermos.
Se compreendermos o nosso medo, não lhe somos mais chegados e íntimos?
Não é de INTIMIDADE que se faz a CONFIANÇA?
O medo é e existe para ser nosso aliado.
Sem medo seríamos loucos, alienados e lunáticos.
Todos os tipos de medo são alertas, alguns de sobrevivência outros de crescimento!
Não é mau sentir medo, não tenhas vergonha de sentir medo. Tem coragem de senti-lo e observá-lo!
Sempre que o observamos e pensamos de que forma o não sentiremos mais, estamos a lutar e a sair da nossa zona de conforto.
O medo é o gatilho para saíres da TUA ZONA DE CONFORTO.
Seja no sentido mais lato, como os nossos primórdios, para fugir de um animal selvagem, seja porque estás há demasiado tempo numa fase em que não te desenvolves, não te aumentas, não te melhoras.
Não tenhas vergonha de sentir medo, porque se o sentes é porque chegaste a uma altura crucial de tomada de atitude. Junta orgulho ao medo que sentes.
Porque se sentes medo então é sinal de oportunidade de crescimento! É sinal de que estás a sair pisar a linha que contorna a tua zona de conforto! É o cheiro a crescimento.

Eu senti orgulho de cada vez que enfrentei o meu medo, senti-me enorme de cada vez que o superei.
Eu cheguei aqui e sinto medo. Distancio-me da situação e observo porque tenho medo. Porquê? Qual é o desconforto no medo que sinto? Vai às entranhas desse sentimento. Custa, mas cresces.
Sente o medo que sentes. Fala com ele. Encara-o. Torna-te íntimo do teu fantasma que te assombra. Compreeende-o. Vais encontrar-te dentro desse medo que sentes. E vais encontrar uma forma de o deixar de sentir, sem fugir, resolvendo o que te faz sentir o medo.
Não tenhas medo da palavra MEDO.
Porque MEDO, é nosso aliado.
Não sintas medo, sente o medo.

Vontade de nós

Guardámos as vontades durante dias.
Durante dias olhámos as vontades com vontade de ser o dia...
Não foi dia, foi noite, foi quente...
Fomos amantes sem compromissos além de nós mesmos.
Empurraste-me sobre a mesa e prendeste-me os braços na frente para não te ver entrar onde te molhaste... E não chovia naquela noite, a não ser dentro de mim.
Empurraste-te contra mim, dentro de mim e soltaste o ar que eu tinha e não gritei mais porque alguém podia gostar e querer também... E aquela noite era só para nós...!
Gritos estridentes sem som podem ser gemidos contidos e amplificados em contrações saborosas...
E eu gosto das pancadas que tu gostas de me dar no traseiro como se eu te tivesse desconcentrado e desobedecido numa gravidade tal que ficas duro...
Trinco o ar que me tiraste de tantas vezes que me tapaste a boca e me enfiaste o teu desejo pela vontade a dentro... Que agarrei a toalha da mesa onde friccionava os mamilos, com vontade de a rasgar num grito e entornámos a jarra como entornámos os nossos fluídos um sobre o outro... de tanto nos empurrarmos.
Puxas-me o cabelo e dizes que é forte, puxas com mais força, bruto, dizes que gostas de o fazer e sem avisar dás mais uma tacada com a força que me faz escorregar num  L obliquo, ou seja, a barriga e os meus seios contra a tua tesão sobre a mesa da sala...
Ai... E eu mordo o meu braço! Com força! Que isto é intenso demais para eu estar de boca aberta vazia e por ser tão bom quando o enfias e tiras, enfias e tiras e te molho mais...

Sussurras que sou boa... Eu adoro que me fodas e digo-te: fode-me, por favor e tu viras-me de frente, levantas-me a perna e corriges o passo de dança, pegas-me nas duas pernas que te abraçam a cintura para num impulso de mãos bem abertas para me agarrares no rabo redondo e o subires, que a gravidade faz a alternância dos teus movimentos fortes e capazes de me fazer ficar cheia de ti e bem fundo tu em mim... a bater cá no fundo de mim...
Fode-me. Não pares que eu não te quero deixar de sentir...



Maçã agridoce

Se o teu corpo fosse um fruto...
Lavava-te e Descascava-te com carinho...
E se gostasses, com uma dose de Brutalidade, trincava-te até doer...
Lambia-te o sumo agridoce e trincava para engolir e comer...

Eu

A minha foto
Planeta Terra, Portugal
Desfrutem-se...

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