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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Aventura

Deixo-te então com o que não me quiseste dar.
Deixo-te estar com o que não quiseste falar.
Mas envio-te todos os poemas que escrevi a pensar
Que tu serias digno de os ler e interpretar...
Eu nunca te pedi ruído nem te quis amar,
Só quis dar-me o prazer de te dar prazer e acreditar
Que os segredos são mais apetitosos que sonhar...
Podíamos ser sonho na mesma, sem ninguém acordar,
Podíamos ser clímax e risos, quem nos impede de voar?
Podíamos ser tanto e tão pouco que ninguém iria notar...
Um dia ouvirás o vento com um estranho sentimento
De quem não compreende como se negou a aventurar.




As palavras que nunca me disseste

Eu não aguento a ausência
Das palavras que nunca me disseste.
Entendes?

As minhas mãos estão soadas, frias,
Vazias... Dormentes.
Há vazio entre nós.
E o que não me dás, não me faz desistir.
Dá-me um não e vou embora.
Posso ir...
Ao menos valho um «Não»?
Ao menos mereço isso a desprezo?

Este teu silêncio é o veneno
Que alimenta a minha esperança.

Estou à espera que me mandes embora.
Dá-me um não.
Estou à espera de saber se me jogas fora.

Eu

A minha foto
Planeta Terra, Portugal
Desfrutem-se...

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