Nesta viagem, estamos a chegar ao final.
Eu vou na frente, agora..., mas não estou feliz.
Já estive a teu lado e
Sempre que apressamos o nosso passo
Puxei-te tantas vezes para trás...
Ao menos tivesses percebido...
Não queria que a nossa viagem terminasse.
Não quero que seja doloroso.
Não te quero magoar.
Magoaste-me tanto.
Chorei como nunca.
Agora sou eu ou tu, eu ou tu,
Digo-me todos os dias:
Sou eu ou tu... eu ou tu...
Nesta viagem escolho-me a mim.
Queria que fosse um pesadelo,
Daqueles que acordamos.
Aqui não acordo,
É um pesadelo acordada.
Escolho-me a mim.
Escolho-me a mim.
Eu escolho-me a mim.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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terça-feira, 11 de janeiro de 2022
Viagem sem volta
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