Guardámos as vontades durante dias.
Durante dias olhámos as vontades com vontade de ser o dia...
Não foi dia, foi noite, foi quente...
Fomos amantes sem compromissos além de nós mesmos.
Empurraste-me sobre a mesa e prendeste-me os braços na frente para não te ver entrar onde te molhaste... E não chovia naquela noite, a não ser dentro de mim.
Empurraste-te contra mim, dentro de mim e soltaste o ar que eu tinha e não gritei mais porque alguém podia gostar e querer também... E aquela noite era só para nós...!
Gritos estridentes sem som podem ser gemidos contidos e amplificados em contrações saborosas...
E eu gosto das pancadas que tu gostas de me dar no traseiro como se eu te tivesse desconcentrado e desobedecido numa gravidade tal que ficas duro...
Trinco o ar que me tiraste de tantas vezes que me tapaste a boca e me enfiaste o teu desejo pela vontade a dentro... Que agarrei a toalha da mesa onde friccionava os mamilos, com vontade de a rasgar num grito e entornámos a jarra como entornámos os nossos fluídos um sobre o outro... de tanto nos empurrarmos.
Puxas-me o cabelo e dizes que é forte, puxas com mais força, bruto, dizes que gostas de o fazer e sem avisar dás mais uma tacada com a força que me faz escorregar num L obliquo, ou seja, a barriga e os meus seios contra a tua tesão sobre a mesa da sala...
Ai... E eu mordo o meu braço! Com força! Que isto é intenso demais para eu estar de boca aberta vazia e por ser tão bom quando o enfias e tiras, enfias e tiras e te molho mais...
Sussurras que sou boa... Eu adoro que me fodas e digo-te: fode-me, por favor e tu viras-me de frente, levantas-me a perna e corriges o passo de dança, pegas-me nas duas pernas que te abraçam a cintura para num impulso de mãos bem abertas para me agarrares no rabo redondo e o subires, que a gravidade faz a alternância dos teus movimentos fortes e capazes de me fazer ficar cheia de ti e bem fundo tu em mim... a bater cá no fundo de mim...
Fode-me. Não pares que eu não te quero deixar de sentir...
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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