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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cavalheiro Sexual

Agucei-te a curiosidade...
Mas não me imaginaste bem...
Aqueci-te o peito com o meu sorriso,
Num rosto gentil... Meio maroto.
Por ele não vislumbraste o meu fogo.

Aqueci-te o corpo...
Toquei-te como quem devora
Com a ponta da língua, a pingar desejo.
Molhei-te o desejo, já fervido,
Já comido antes, quase da mesma forma.
Quase.
Tu não poderias deixar de me servir
Esse pedaço quase proibido,
(Quase...)
Que atormenta a minha insaciada libido.

E és tão doce, nestas primeiras dentadas,
Que quem não te imaginou bem fui eu...
Apanhada de surpresa,
Por seres um senhor,
O meu cavalheiro sexual,
E quase te dei logo o meu coração...
Quase...

Mostra-me esse lado mais escuro
Que tanto falas e ameaças ter,
Mostra-o em cima de mim,
Para eu não poder reclamar.
Mas mostra-o já!
E se eu não gostar...
Ao menos o meu coração
Nem comprou bilhete de ida.
Ainda...


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