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sábado, 30 de janeiro de 2016

Guardo-te na imaginação

Não desisti de saborear-te com os meus olhos,
Ouvidos e sensações, que uso para te admirar...
Porque são as minhas amargas tentações
Que uso para te guardar.
Somente já não te dou o prazer de saberes quando,
Somente já não te procuro como fazia antes
Nem te mostro o quanto eu gostaria de Te Ter,
Só para mim, o teu Eu num momento!
Eu! Que sou feita da mesma poeira estelar que tu.
Guardo-te naquela dimensão que é a ultima a morrer.

Não desisti de ti, mas abrandei o passo,
Para compassar o que sinto no nosso espaço.
E não me arrependo do que te disse nem te menti,
Embora não costume tentar o quem já está prometido
Nem costumo insistir em quem não é para mim,
Eu nunca me esqueço de quem eu escolhi.

Vou continuar a alimentar os meus sentidos de ti.
Vou continuar a olhar-te quando não me vires
E a desviar-me do teu alcance, porque ou me engano,
Ou gostas um bocadinho de mim...
E vou esquivar-me de ti, para não te procurar.
Porque eu só não tenho o que não quero procurar.
Mas guardo-te na imaginação.

E guardo-te naquela dimensão.

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