O nosso tempo acabou por hoje
Mas os nossos desejos continuarão,
A acção termina agora, vais pra longe,
Leva o teu coração...
Continua, não olhes para trás,
Sintas o que sentires, vai,
Está na hora de partires...
Deixo-te sem vontade de te largar,
Mas tenho que ser assim, frio,
Para não te convencer a ficar...
Tenho que ser um pouco distante
Para não te conquistar o vazio...
O nosso pecado secreto é maravilhoso
É subtil e desejoso... Dá-me mais de ti...
Dá-me o que queres dar,
Não te prives de ter o que em ti é querer...
Dá-me ar, dá-me ar!
Dá-me mais deste pecado que me mata de prazer...
Faz-me arfar... de tanto te amar...
Sua em cima de mim, geme por mim,
E faz-me este homem completo que vez aqui...
Continua assim... aqui, por mim, por ti...
Conta-me como te sentes, eu gosto de ouvir-te,
Toca-me e envolve-me, eu gosto de sentir-te...
Fala-me de ti, dos teus receios,
Dos teus sonhos, quero saber definir-te...
Mas não me ames com a mente,
Ama-me com o corpo e emoção;
Quem mais se nega mais mente,
E eu não te quero a amar-me com o coração...
Mas posso ser a tua maior paixão...
E deixemos o amor para outra dimensão...
Devora-me com paixão..., só com paixão.
Mateus Marques, 2010
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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Talvez te diga o que senti um dia, aqui...
ResponderEliminarEstas palavras, em mim,
São sem fim.