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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Os textos...

Não preciso somente nem demais das minhas experiências para escrever. Quase que só é necessário a minha imaginação... Não fosse ela produto também do que vivo e vejo...!
Não temos que escrever necessariamente o que nos acontece, nem quero isso. Eu escrevo o que me escreve a mente, repleta de surrealidades que umas vezes traduzo, outras nem as filtro, vão assim para o papel, numa sopa de letras lindíssima, a meu gosto - claro.
Quem escreve não tem que justificar-se do que quer que seja... mas eu até gosto, em algumas vezes. Eu gosto do leitor das minhas palavras... Eu amo o leitor. É o que dá vida às minhas palavras. São vós. Vós que lêem isto, sim. Não eu, que só escrevo... eu, por mim só não crio nada... São vocês que avivam as histórias, textos, frases..., vocês, gente que sente as palavras aqui plantadas, com amor.
É também pelo possível leitor que escrevo e não apenas por amar escrever. Que já é muito, sim.
O leitor pode ser 1 ou 300. Nada muda. Se um lê, um sentiu. E um sentimento não é menos que 1.000, só é 1 de 1.000.

Senti necessidade de criar uns pseudónimos... Parecem-me pseudónimos... espero não estar em erro. De qualquer maneira, espero que sejam do agrado daqueles que me dão vida às palavras plantadas.

Acho que não tenho muito mais a dizer... a não ser que o que escrevo, não tem que ser aquilo que vivo... como por exemplo eventuais textos que falem em possíveis traições. São o produto artístico que é belo por ser imaginado, independentemente de ter sido ou não vivido. São palavras criadas por sentimentos sentidos de verdade, mas em possíveis fingidas histórias. Compreendem...? A irrealidade - por vezes - é mais saborosa que a própria realidade.

Um abraço, Diana E.

3 comentários:

  1. é por isso que sabe sempre melhor ler um livro do que ver um filme... a imaginação liberta-se e da-nos azo a ver e sentir aquilo que so nos queremos e sabemos, mesmo nunca o tendo presenciado. gostei do post. beijo

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  2. Realmente o sentir é isso, passar tambem a um pedaço de papel branco e desenhar aí os nosso sentir para podermos transmitir a pessoas sensiveis como nós o que nos vai na alma ou no ser. Um beijinho cheio de afetividade

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  3. Tanto o cão rói o osso como o osso rói o cão.

    Eu gosto de sentir os meus ossos, faz-me lembrar que ainda sou humano. É um sentimento estranho. Às vezes é bem-vindo, outras vezes nem por isso.

    Gosto de ler as tuas palavras!

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