Quem te olha nem sempre te vê
Com essa capa de alegria
Que envergas em ti
Neste Dia, mais um dia,
Ontem, amanhã, dia após dia.
És uma lição para mim,
Por mim falo e,
Julgo que por outros também,
Porque não sou só eu que te vejo, para além
Do brilho intenso que emanas
Mesmo com lágrimas que te escorrem por dentro
E não se vêm do lado de fora,
Esse lado que não chora.
És uma esperança, no olhar dos que olhas e tocas,
És como um
Poema que encanta a alma mais desgraçada
És uma marca na terra,
Mais ainda do que a terra numa marca negra,
És a felicidade numa criança cega,
És um mundo a fazer a translação à volta da paz utópica,
És o tempo a voltar atrás, quando ele não quer voltar mais,
És a libertação do gesto carinhoso condensado da humanidade,
És mais que humana, és um anjo que paira e não pára,
Porque ama.
Corres, segues, pulas, cais, mas não paras,
Pois: "Na natureza nada se cria,
Nada se perde, tudo se transforma",
E tu, lição, inspiração, és matéria que não morre,
És espírito que não torpe, és criança que ri,
Sorriso que não finda…
As palavras que da tua boca saem, nunca amargarão.
E surpresas não chegam, para te saudar,
Amar, ou até mesmo quebrar, pois não há quem te destrua
E quebre esse colorido que espalhas, pois não há gente como tu,
E se houvesse, mesmo podendo,
Não quereriam destruir
O que quer que fosse.
Se eu encontrasse palavras para te louvar, mas és tão grande…
Maior que as palavras, que a minha capacidade de te explicar.
Diana Estêvão, 9 de Dezembro de 2008 (entregue a 10 de Dezembro)
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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Perante este Poema temos de reflectir realmente que o que vemos na pessoa não é apenas isso mas sim algo mais que se transpõe á matéria. Gostei imenso bjs
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