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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Solidariedade, no teu auge

A Solidariedade é... (?)

(Faz desta palavra uma acção)


Não deixes que o alento passe num grito e
Te percas na ausência da tua essência,
Essa substância imaginária
Que te faz ser mais alto!
E voraz! Não com os outros, mas sim,
Voraz com o que te faz esquecer os teus sentidos,
Esses que te dão o poder de ver a alma de todos,
Até a daqueles que parece não a terem
Dentro das suas entranhas espirituais…
Perdoa aqueles que parece no lugar dela
terem algo que não os permite sentir…
Nem sonhar intensamente nem amar…




Dá a mão aos que amam e ama quem não sabe ainda fazê - lo,
Ensina - lhe a caminhar na areia ondulante da tua calma,
Pois de bondade se faz o crescimento interior,
O ódio… esse sentimento menos bonito,
Existe para que o amor se faça notar.
Traz a cada dia teu, meu, nosso, a paixão de cada dia!
Ela transporta camuflado o verbo amar
Guardado pela esperança de na acção se conjugar,
sem que nos apercebamos
Que ele está a chegar,
Naquele momento de sabores vários,
Em que não se distingue o céu do mar e
Que a linha que aparentemente os separa,
É somente a vontade do ser humano de se amparar…
Por não ter a possibilidade de ver pelo infinito além
E assim, é comandado o nosso olhar, mentindo - nos,
Por aquilo que não pode ver.




Todos temos medo de nos perder.
Todos temos medo, ainda mais, de nos achar…
A luta da nossa consciência pelo poder é constante,
Só ela sabe o que teme realmente…
Eu, penso para mim, que será o inconsciente.
Aquele que comanda os movimentos que não controlamos,
Que poderão ser prestáveis ou,
Isentos de atenção ao que rodeia a nossa carne…
Essa, que pensamos ser tudo…
Mas que leva o que mais amamos, por não durar sempre
E de repente te faz pensar se estas a olhar para a carne de todos
E mais importante, para o interior de todos, ou,
Se num acto irreflectido tens ponderado somente a tua pele,
Excluindo da tua preocupação egoísta
Seres carentes de algo ou tudo,
Gente lutadora que sofre para ter o que para ti é nada,
E também, gente carente daquela que parece não possuírem.
Daquela?
Daquela que (quem sabe?),
Poderá estar perdida e necessita d’um pouco da vossa, da tua,
Para construir a sua… A sua…?
Abre o coração, sente os teus olhos, será a sua alma?

2007/08 Por Diana Estêvão

1 comentário:

  1. Penso q falas d dor... do efeito da dor na alma. A dor omite e bloqueia os seus mais puros impulsos. Gostei muito! Uma auntentica história/formula de victoria contra a teimosia do "consciente" em perder.se em vâs batalhas mundanas. Muitos Bjx*

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