Já aprecio mais "pessoas"
Como antigamente o fazia naturalmente
Sem pensar sobre o processo normal
Que é ser gente e gostar da gente.
Houve uma altura que interrompi
O processo natural de convivência
E o gosto natural por "lidar com"...,
A minha paixão por abrangência...
Sem me dar conta de como era bom.
Felizmente, encontrei-me algures novamente.
Voltei a ser mais eu de novo.
Agora mais penetrante.
Voltei mais incisiva.
Dizem que o meu olhar agarra.
E eu agora olho mais ainda,
Eu devoro o rosto que me amarra.
Não quero mais perder este EU.
Quero alimentar esta forma de Ser.
Quero de novo a gente que me conheceu
Como eu Era, como o EU que não morreu!
Quero-me AGORA.
Dou por mim a comer as pessoas,
Sem lhes tocar...
Com os ouvidos,
Com a boca,
Os meus olhos que comem mais
Que todos os meus sentidos...!
Observo as pessoas enquanto falam,
Vejo os lábios a mexer e o som da voz que têm...
Sinto-as. Mesmo sentir.
Com todos os sentidos que tenho o privilégio de ter,
Mas sem sentir o toque... Sem o tacto.
O toque é especial. É o sentido mais forte... Tacto.
É com tacto...
O melhor contacto...
E...
Não é delicioso as pessoas não estarem junto de nós
E mais tarde, sem as ter por perto
Vermo-lhes os olhos, os contornos dos lábios
E sabermos como é a voz!
Tudo, na nossa mente, guardado...
Não é fantástico?
Então vamos ouvir mais e ver mais...
Sentir mais quem está junto a nós.
É apaixonante.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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