Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Marcas do prazer
Mostra-te.
Deixa-me tocar-te na crueldade.
Mostra-me quanto és capaz de provocar-me... Dor.
Deixa-me provocar-te a maldade.
Deixa-me ver mais além da tua firmeza...
Deixa-me quebrar a tua postura
E como já conheço a tua doçura,
Deixa-me ser a tua presa... Presa á tua cura.
E fura...
Quero essa fera dentro de mim!
Essa que escondes ter...
Solta esse animal que és.
Eu já o vislumbrei e tu ainda não o apresentaste.
Escuta:
Rebenta comigo.
Desbloqueia a prisao do teu estado,
Eu deixo-te expandires o teu mal sobre mim
E explodires em cima de mim
Essa brutalidade que afirmas prender...
Deixa-te foder-me...
Aperta-me contra ti num falso abraço
E permite o meu corpo dorido lembrar-me a tua força
No dia seguinte ao que me prenderes no teu quarto.
Mostra-te.
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