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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Palavras que não te escrevo.

Gosto de saber que me lês
Mesmo que tenha sido a três,
Mesmo com frases impostas
Sob uma certeza de ser para ti
Quando nenhuma das que leste
Eu na verdade por ti escrevi.

Escrevo pela necessidade de criar
Explorando quem quero imaginar.
Gozo a sensação de escrever
A realidade que imagino ver.
E se eu pintar cenários de rimas
Que me recordam o que senti,
Não são senão obras primas
Do que sem pedir explorei de ti.
E nem mesmo este poema
Tem palavras que dedico senão a mim...
E à arte que sou fiel, por fim.

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