Mostra-me o que escondes sem querer.
Meio despreocupado se alguém realmente
O desejará saber...
Na floresta densa em que habita
A tua forma de Ser
Que se esconde a quem passa,
A quem olha sem querer ver...
Eu observo-te mais de perto
E vislumbro na densidade do que és...
Raios cortantes de tua luz,
Entre o arvoredo Negro,
Que me indicam o caminho
De algo que tens quase, quase em segredo
Mas que me desafia devagarinho
A procurar com carinho,
O que vais mostrando meio a medo.
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
Pesquisar aqui!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Eu
Índice
-
►
2009
(30)
- ► março 2009 (1)
- ► junho 2009 (11)
- ► novembro 2009 (2)
-
►
2010
(22)
- ► janeiro 2010 (1)
- ► abril 2010 (1)
- ► junho 2010 (1)
- ► novembro 2010 (1)
-
►
2011
(5)
- ► junho 2011 (1)
- ► julho 2011 (1)
-
►
2013
(7)
- ► outubro 2013 (1)
- ► dezembro 2013 (1)
-
►
2014
(5)
- ► abril 2014 (1)
- ► agosto 2014 (1)
- ► outubro 2014 (1)
-
▼
2015
(47)
- ► outubro 2015 (6)
- ► novembro 2015 (24)
- ▼ dezembro 2015 (13)
-
►
2016
(79)
- ► fevereiro 2016 (12)
- ► junho 2016 (1)
- ► julho 2016 (1)
- ► agosto 2016 (17)
- ► setembro 2016 (8)
- ► outubro 2016 (9)
-
►
2017
(18)
- ► agosto 2017 (1)
-
►
2018
(2)
- ► setembro 2018 (1)
- ► novembro 2018 (1)
-
►
2020
(6)
- ► abril 2020 (1)
- ► agosto 2020 (1)
- ► setembro 2020 (1)
- ► outubro 2020 (1)
- ► novembro 2020 (1)
- ► dezembro 2020 (1)
-
►
2021
(9)
- ► abril 2021 (1)
- ► junho 2021 (1)
-
►
2022
(3)
- ► janeiro 2022 (1)
- ► agosto 2022 (1)
- ► novembro 2022 (1)

Só Vemos com clareza
ResponderEliminarquando sentimos
Sentimos algo familiar
algo que nos envolve
na curiosidade da busca
da descoberta dessa sensação
que nos toca e faz vibrar
energia que fala por sentidos
decifra-los é senti-los