O barco vai partir
E eu não sei se quero ir...
Contigo.
O mar é rude e longo...
E apesar da sua imensa beleza...
Eu tenho medo.
O barco vai partir...
E eu não sei que fazer...
Perco-o?
Vou?
Espero?
Se espero ele parte.
E tu?
Esperas por mim?
Partes?
Ficas?
Arrependes-te?
O barco vai...
O barco foi...
E tu foste...
Não te censuro.
Era egoísta pedir-te
Para ficares...
Perdi o barco.
O nosso barco.
E a ti?
Perdi-te?
Voltas um dia?
Espero pelo nosso próximo barco?
Não se perde o mesmo barco duas vezes.
Tal como não se ama o mesmo homem duas vezes.
Ofélia Castro, Março 2010
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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sexta-feira, 19 de março de 2010
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