Lisboa, que sou tua,
Desde que em ti nasci
E tu, que és minha
Desde que te conheci...
Lisboa! Tão boa
Que nos levas até a ti,
Tu que tens vida própria
E não somente
A nossa vida por si!
Oh Lisboa vida!
Dás-nos a vida
Que tens aí?
Essa luz que tens
Noite e dia?
Essa harmonia que vem
Até aqui?
E dás-me essa voz...?
Essa que trazes a mim?
Lisboa, que és tão grande,
Que ninguém sabe
Onde fica o teu fim.
Leva-me pelas tuas belas
Ruas e becos...
Veste-me com essa paleta,
Conta-me todos os teus segredos...
Diana Estêvão, 2010
Ninguém é o que faz, apenas, nem ninguém é o que tem - totalmente. Não se conhece um ser, nem que anos de convivência passem; o ser humano está em constante aprendizagem e mutação. A mudança é a única certeza da vida. A morte física é inevitável. Apesar das várias assinaturas, todos os textos são meus.
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Lisboazona?...
ResponderEliminaraaahhh!!! Não pude deixar de soltar uma gargalhada ao lê-lo, caro SOD. Sempre oportuno, sempre muito divertido.
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