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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Ir.

Leva-me.
Trespassa-me.
Toma-me.
Faz-me acreditar...
Convence-me de que estou viva...
Para eu parar de acordar...
Dá-me a vitalidade da transcendência,
A aventura da tua vivência...
Toca-me.
Embebeda-me de prazer.
Traz-me essa magia,
Esse teu preencher...
A tua euforia,
O teu eterno Ser...
Que eu quero ser.
A normalidade que já não me enche
É a que eu já não quero ter.
Vem buscar-me.
Apanhar-me.
Ir contigo não é morrer.

Ofélia Castro

4 comentários:

  1. gostei, mas não percebi se fala de um amor, da morte ou da esperança! lol
    beijo

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  2. E se for dos três? Consegues imaginar este misto?

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  3. escrever sobre sentimentos torna-se excelente por nos esclarece a mente, mas torna se impessavél para que os lê pois pode nunca os ter sentido! é como te digo gostei, mas deixou me na duvida, podendo haver esse misto poderá fazer mais sentido, mas se não for lido pelo sentimento já vivido toda a lógica se desvanece! beijo

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  4. Lê como te der mais gosto, com o sentimento mais pertinente para ti. E sempre com a minha vontade de que te saiba bem. Que vos (leitores) saiba bem. Esse é o meu maior desejo. Atenciosamente.

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